Mostrando postagens com marcador covid-19. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador covid-19. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

Japão registra 10.000 mortes por Covid em apenas um mês

O número total de óbitos desde o início da pandemia passou de 60.000

Covid-19 no Japão
O total de mortes por Covid-19 no Japão passou de 60.000 no domingo (8), informou o jornal Asahi, citando dados das autoridades de saúde do país.

No início de dezembro, esse número era de aproximadamente 50.000. Isso significa que, em apenas um mês, foram relatados 10.000 óbitos, com recorde diário de 463 em 7 de janeiro.

A maioria das mortes envolveu idosos, principalmente com mais de 80 anos de idade.

A primeira morte por Covid-19 no Japão foi registrada em 13 de fevereiro de 2020.

Demorou cerca de 14 meses para o número de mortos em todo o país chegar a 10.000. Depois disso, levou 10 meses para chegar a 20.000, três meses para chegar a 30.000, quatro meses para subir para 40.000 e mais quatro meses para chegar a 50.000.

No domingo, o Japão teve 190.538 novas infecções e 407 mortes por Covid-19. Além disso, 671 pacientes estão internados em situação extremamente grave.

O Japão está enfrentando uma oitava onda de infecções. Especialistas dizem que o pico de casos pode chegar entre janeiro e fevereiro, coincidindo com a temporada de influenza. As duas doenças juntas devem sobrecarregar ainda mais o sistema de saúde do país.
Fonte: Alternativa

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

Japão pode voltar a impor restrições diante do avanço da 8ª onda de Covid

Se os casos aumentarem, o governo vai emitir às províncias uma "declaração para fortalecer medidas"

8ª onda de Covid
O governo japonês pode voltar a impor restrições de movimento das pessoas se os casos de Covid-19, que estão aumentado no país, atingirem níveis iguais ou superiores à sétima onda de infecções que teve pico no verão passado, informou a emissora NHK na quinta-feira (10).

O Japão está se preparando para uma oitava onda, enquanto os casos de Covid-19 aumentam no país, com Hokkaido registrando recorde de quase 10.000 infecções na quarta-feira (9).

Se os casos aumentarem em proporção igual ou superior em relação à onda anterior, deixando o sistema médico em nível crítico, o governo vai emitir às províncias uma "declaração para fortalecer medidas" contra a Covid-19.

Após a declaração, as províncias terão autoridade para voltar a impor restrições, como pedir aos moradores que evitem sair de casa, não programem viagens e não se aglomerem em locais fechados, entre outras medidas.

A oitava onda da pandemia no Japão pode igualar ou exceder o pico da onda anterior de mais de 260.000 casos diários vistos em agosto, disse um painel de especialistas do Ministério da Saúde na quarta-feira.

Os casos em todo o país confirmados durante um período de sete dias até terça-feira aumentaram 40% em relação à semana anterior, mostraram dados do ministério, enquanto as infecções diárias atingiram mais de 87.000 na quarta-feira, além de quase 100 mortes.

As taxas de ocupação de leitos hospitalares também estão aumentando, especialmente entre jovens com idades entre 10 e 19 anos, e existe a possibilidade de que as mortes cresçam se um número maior de idosos contrair o coronavírus, disse o painel.

O ministro da Saúde, Katsunobu Kato, pediu à população para estocar kits de teste de antígeno para detectar coronavírus, bem como medicamentos para febre e dor, devido ao risco de surtos simultâneos de influenza e Covid-19 nas próximas semanas.
Fonte: Alternativa

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Japão planeja remover limite de entrada em breve

O vice-secretário-chefe de gabinete, Seiji Kihara, diz que muitas pessoas querem visitar o Japão no outono e inverno

Arashiyama Quioto

O Japão está revisando sua política de controle de fronteira de manter entradas diárias no país abaixo de 50 mil e o removerá “em um futuro não tão distante”, disse um porta-voz do governo no domingo (11).

Simultaneamente, o governo relaxará outras restrições incluindo uma exigência de visto e a de viajar com pacote turístico quando ele suspender totalmente o limite diário sobre chegadas do exterior, disse o vice-secretário-chefe de gabinete, Seiji Kihara, em um programa da Fuji Television.

Os controles de fronteira rigorosos do país relacionados à covid-19 vêm sendo relaxados gradualmente, mas estão em vigor há 2 anos. Recentemente, o limite diário de entrada foi aumentado de 20 mil para 50 mil e turistas puderam entrar com tours sem um guia.

“Revisaremos (restrições) todas juntas. Temos que realizá-las em um futuro não tão distante”, disse ele.

“O Japão tem atrações sazonais no outono e inverno. Sabemos que há muitas pessoas no exterior que querem vir ao Japão”.

Em 2021, apenas 245.900 visitantes estrangeiros vieram ao Japão, o menor número desde 1964, quando dados comparáveis começaram a ser disponibilizados.
Fonte: Portal Mie com Asia Nikkei

sexta-feira, 6 de maio de 2022

Kishida diz que medidas de fronteira no país serão revistas em junho

Antes de qualquer decisão, porém, o governo deverá consultar o painel de especialistas do Ministério da Saúde

medidas de fronteira
O Japão permanecerá vigilante à medida que sair da pandemia de Covid-19 e das restrições relacionadas, disse o primeiro-ministro Fumio Kishida na quinta-feira (5), acrescentando que algumas das contramedidas contra o vírus serão revisadas em junho.

"A complacência ainda não pode ser tolerada", disse Kishida, falando por meio de um tradutor, durante reunião do Grupo dos Sete em Londres.

“Por volta de junho, revisaremos de maneira por etapas as contramedidas do COVID-19, incluindo medidas de fronteira para restaurar nosso estilo de vida normal”, citando que antes de qualquer decisão o governo consultará o painel de especialistas do Ministério da Saúde. 

Durante o surgimento de casos da variante Ômicron no final do ano passado, o Japão proibiu a entrada de estrangeiros não residentes, atraindo críticas dentro e fora do país, com as partes interessadas alegando serem medidas muito rígidas, publicou a Kyodo News. 

Neste ano o governo japonês vem aliviando as regras, permitindo hoje que até 10.000 pessoas entrem diariamente no Japão. 

No caso, a permissão de entrada é dada a empresários estrangeiros, estagiários técnicos e estudantes, enquanto os turistas ainda não são permitidos.

Antes da pandemia, o Japão tinha planos de impulsionar a economia com a vinda de cerca de 40 milhões de turistas estrangeiros em 2020. Mas a disseminação do coronavírus e as medidas tomadas pelo governo para conter novas infecções tornaram a meta inatingível. 

Os japoneses e estrangeiros residentes continuam usando máscara ao ar livre, embora não seja obrigatório, enquanto outros países já aboliram o uso do item em certas situações.
Fonte: Alternativa com Reuters

quinta-feira, 3 de março de 2022

Japão estenderá medidas de pré-emergência até 21 de março em 18 províncias

O governo também deve afrouxar os controles de fronteira para permitir que mais pessoas entrem no país

medidas de pré-emergência
O Japão vai estender em 18 províncias as medidas de pré-emergência adotadas pelo governo para tentar reduzir os casos de Covid-19, já que as infecções nesses locais não tiveram uma grande redução e o sistema médico continua sob pressão.

Atualmente, as medidas estão vigorando em 31 províncias. Elas serão estendidas até 21 de março em Tóquio, Kanagawa, Saitama, Chiba, Osaka, Quioto, Hyogo, Hokkaido, Aomori, Ibaraki, Tochigi, Gunma, Ishikawa, Gifu, Shizuoka, Aichi, Kagawa e Kumamoto.

As medidas, que incluem o fechamento de bares e restaurantes mais cedo e a proibição da venda de bebidas alcoólicas nesses locais, serão suspensas no domingo (6), conforme programado, em Fukushima, Niigata, Nagano, Mie, Wakayama, Okayama, Hiroshima, Kochi, Fukuoka, Saga, Nagasaki, Miyazaki e Kagoshima.

O governo japonês também deve afrouxar os controles de fronteira para permitir que mais pessoas entrem no país, especialmente estudantes.

O primeiro-ministro Fumio Kishida disse que aumentará o número de pessoas que podem entrar no Japão de 5.000 para 7.000 por dia, enquanto os estudantes farão parte de uma outra contagem diária e serão colocados em uma categoria separada, segundo relatos da mídia.

A medida estenderá uma flexibilização das rígidas medidas de fronteira do país no início desta semana, que abriram as portas para mais estudantes e trabalhadores estrangeiros em meio a críticas de líderes empresariais e educadores.

Cerca de 150.000 estudantes estrangeiros não puderam entrar no Japão desde 2020, juntamente com trabalhadores que são necessários para cobrir a falta de mão de obra em um país onde a população está cada vez menor.

Embora o número de novos casos de coronavírus tenha começado a cair, os hospitais permanecem sob pressão enquanto lutam contra a variante Ômicron. Fevereiro foi o mês mais mortal desde o início da pandemia, com 4.856 óbitos, mostrou uma contagem da emissora NHK.

Tóquio registrou 12.251 novos casos nesta quinta-feira, um aumento de 2.100 infecções em relação ao mesmo dia da semana passada.

Em Okinawa, os casos diários de Covid-19 voltaram a aumentar para acima de 1.000, o maior número desde 28 de janeiro, depois que o governo suspendeu as medidas de pré-emergência na província.
Fonte: Alternativa com Reuters

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Aplicativo de vacinação do Japão gera críticas e governo pede desculpas por falhas

O aplicativo foi baixado mais de 250 mil vezes desde seu lançamento na segunda-feira

Aplicativo de vacinação do Japão
A agência digital do governo japonês se desculpou na terça-feira (21) pelas falhas em um novo aplicativo que funciona como passaporte de vacinação contra Covid-19, atraindo críticas de legisladores da oposição e usuários por sua incapacidade de lidar com nomes de solteira.

O aplicativo para smartphone, baixado mais de 250 mil vezes desde seu lançamento na segunda-feira pela Agência Digital do Japão, funciona apenas para aqueles que têm cartão My Number, ou seja, cerca de 40% da população.

Mas se mostrou incapaz de fazer upload de dados de quem usava um nome de solteira ou um pseudônimo, o que gerou um pedido de desculpas em uma postagem no Twitter da agência, que prometeu consertar o problema em um "futuro próximo".

Em uma carta à agência, o Partido Democrático Constitucional de oposição disse: "A Agência Digital está seriamente carente de perspectivas de igualdade de gênero, em primeiro lugar, por tê-lo lançado desta forma."

O aplicativo, chamado Sesshu Shoumeisho Apli (接種証明書アプリ) faz parte do plano do Japão para reabrir a economia e retomar as viagens em meio a preocupações com um possível aumento nas infecções por coronavírus e novas variantes.

Seu lançamento pela agência, fundada em setembro com o objetivo de aprimorar a tecnologia no governo, ficou atrás de muitos países e versões de terceiros lançadas por empresas e administrações municipais.

Usuários de mídia social reclamaram do lançamento tardio do aplicativo, e a incapacidade de lidar com nomes de solteira reacendeu um longo debate sobre as leis japonesas contra mulheres casadas manterem seus sobrenomes.

O professor da Universidade de Chubu, Atsuko Tamada, estava entre os que criticaram o aplicativo no Twitter e o que seu design revelava sobre a postura do governo em relação à igualdade de gênero.

"Acho que é um problema do ponto de vista da proteção dos direitos das mulheres", disse Tamada à Reuters.

Outro problema detectado é que o aplicativo não aceita o cartão My Number de estrangeiros cujos nomes estão registrados de duas formas, em letras romanas e em kanji ou katakana.
Fonte: Alternativa com Reuters 

terça-feira, 2 de novembro de 2021

Premiê do Japão terá 5 grandes desafios pela frente

Alguns temas são delicados, como a reativação de usinas nucleares ou mesmo a união entre pessoas do mesmo sexo

Japão
Desde que assumiu o posto de primeiro-ministro, Fumio Kishida se defrontou com vários problemas que atingem o Japão diretamente. A agência France Presse separou os cinco principais problemas que o governo terá que resolver: 

Retomada da economia: o primeiro-ministro Kishida prometeu em sua campanha estímulos em “grande escala” para conter os efeitos negativos da pandemia na economia. As empresas, porém, ainda aguardam detalhes de como isso será feito, após praticamente dois anos sofrendo fortes restrições devido às medidas lançadas para conter a disseminação do coronavírus. 

O premiê comentou que pretende ajustar o programa “Abenomics”, do ex-primeiro-ministro Shinzo Abe, que inclui grandes gastos do governo, flexibilização monetária maciça e redução da burocracia. Mas ao mesmo tempo Kishida prometeu que haverá uma distribuição mais justa dos benefícios da atividade econômica à sociedade, dizendo que quer criar um “novo capitalismo”. 

Controle da pandemia: o número de infecções diárias no Japão caiu drasticamente em relação a agosto, ainda que o estado de emergência tenha sido suspenso. Especialistas creditam o fato ao avanço da vacinação, com mais de 70% da população totalmente imunizada, além da previsão de administrar a terceira dose, também chamada de dose de reforço, em dezembro. 

As medidas restritivas à operação de alguns negócios, como restaurantes e bares, por exemplo, têm sido retiradas, mas as portas do país continuam fechadas para muitos estrangeiros. Kishida disse que a luta contra a Covid-19 é a sua “prioridade máxima”. 

Ameaças geopolíticas: o Japão tem vivido ameaças constantes por parte da Coreia do Norte, que dispara mísseis no mar, enquanto a China intensificou suas manobras militares no Pacífico, chegando cada vez mais perto de águas territoriais japonesas. 

As relações de Tóquio com Moscou e Seul também têm sido tensas em razão de disputas territoriais. Somado a isso, o Japão tem emitido declarações mais diretas sobre Taiwan, o que irrita a China, e Kishida manifestou desejo de se encontrar com aliados importantes o quanto antes. 

O primeiro-ministro disse ainda que quer aumentar, possivelmente dobrar, o orçamento militar do país, o que é um tema delicado, já que a Constituição do pós-guerra limita o papel defensivo do Japão. 

Transição para energias renováveis: o Japão se tornou dependente de combustíveis fósseis depois que seus reatores nucleares foram desligados após o incidente em Fukushima em 2011. 

O ex-primeiro-ministro Yoshihide Suga havia definido que o Japão deverá se tornar neutro em emissão de carbono até 2050, firmando metas climáticas para o país. 

Kishida quer assumir o papel de “liderança em prol de emissões zero na Ásia" e já viajou para participar da COP26 em Glasgow, na Escócia. Ele disse ser favorável à reativação dos reatores nucleares para reduzir a dependência em termos de energia. Mas esse é outro tema delicado em razão da catástrofe ainda presente na usina de Fukushima. 

Questões familiares: entre os países mais ricos do mundo, que formam o G7, o Japão é o único que não reconhece o casamento entre pessoas do mesmo sexo e Kishida já disse que “não chegou a um ponto de aceitar” o tema. 

Uma pesquisa do jornal Yomiuri feita em 2020 revelou que 61% dos japoneses são favoráveis ao matrimônio entre pessoas do mesmo sexo, com 37% contra. 

No início do ano um tribunal decidiu que o fracasso do Japão em reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo era inconstitucional. Kishida assumiu uma postura mais branda ao permitir que os casais mantenham sobrenomes separados, acrescentando que é "importante avançar nessas discussões".
Fonte: Alternativa

quarta-feira, 22 de setembro de 2021

Japão deve suspender estado de emergência em 30 de setembro, conforme planejado

O primeiro-ministro Yoshihide Suga vai anunciar uma decisão final na próxima terça-feira

suspender estado de emergência
O governo japonês pretende suspender o estado de emergência que está vigorando em 19 províncias no final deste mês, conforme planejado, informou a agência de notícias Kyodo na terça-feira (21).

O primeiro-ministro Yoshihide Suga deve anunciar uma decisão final em uma reunião da força-tarefa na próxima terça-feira (28), um dia antes da escolha do novo líder do Partido Liberal Democrata (PLD) que se tornará o próximo premiê.

Durante o estado de emergência, bares, restaurantes e outros estabelecimentos que oferecem karaoke e bebidas alcoólicas não podem funcionar, e os que não servem álcool precisam fechar às 20h.

Tóquio está sob estado de emergência desde 12 de julho e as restrições foram mantidas durante a Olimpíada e a Paralimpíada, que foram realizadas quase sem espectadores nas instalações. As demais províncias foram colocadas sob a medida em agosto.

As infecções em todo o país atingiram um pico de cerca de 25.000 por dia em agosto e vêm diminuindo desde então, com 1.767 novos casos relatados na terça-feira.

"Os casos de Covid-19 estão em uma tendência de queda em todo o país e os indicadores em Tóquio melhoraram significativamente", disse Yasutoshi Nishimura, o ministro encarregado pela resposta do Japão à pandemia, em uma entrevista coletiva.

Mas os hospitais continuam sobrecarregados pelo grande número de pacientes com sintomas graves da doença, e há preocupações de que o feriado da última segunda-feira, que prolongou o fim de semana, possa causar um novo aumento de infecções.

Estado de emergência (kinkyuu jitai sengen / 緊急事態宣言)
Até 30 de setembro
- Tóquio, Saitama, Chiba, Kanagawa, Osaka, Okinawa, Ibaraki, Tochigi, Gunma, Shizuoka, Quioto, Hyogo, Fukuoka, Hokkaido, Aichi, Mie, Gifu, Shiga, e Hiroshima

Medidas especiais - "quase emergência" (man-en boushi-tou juuten sochi / まん延防止等重点措置)
Até 30 de setembro
- Fukushima, Ishikawa, Kumamoto, Kagawa, Kagoshima, Miyazaki,  Miyagi e Okayama
Fonte: Alternativa

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Governo considera estender estado de emergência e adicionar outras províncias

Com o aumento expressivo de novos casos diários, o dobro em duas semanas, o governo considera tomar medidas ainda esta semana

estado de emergência
Atualmente são 6 províncias sob estado de emergência, como Okinawa, Tóquio e Osaka. Pensa-se em incluir Fukuoka, Hyogo e Quioto. Também, há 13 províncias sob as medidas prioritárias e é possível que inclua outras. 

Em ambos os casos o prazo é até 31 de agosto.

O número de pacientes em estado grave em todo país era de 1.563 até domingo (15), o maior de toda esta epidemia. 

Em 29 de julho o país teve mais de 10 mil pessoas infectadas. E na sexta-feira (13), passou de 20 mil novos casos, ou seja, o dobro em apenas 2 semanas.

São 33 das 47 províncias que estão no estágio IV da infecção, pela análise do índice a cada 100 mil habitantes.
Fonte: Portal Mie com NHK e Sankei

terça-feira, 6 de julho de 2021

Fornecimento lento de vacinas no Japão causa suspensão e cancelamento de reservas

A província de Aichi recebeu apenas 49% das doses prometidas pelo governo

vacina contra Covid-19
Devido à escassez de fornecimento da vacina contra Covid-19 pelo governo central, a cidade de Kobe (Hyogo) cancelou reservas de mais de 50 mil pessoas, resultando em milhares de reclamações por parte dos moradores que tinham a intenção de se imunizar o mais rápido possível.

Além de Kobe, muitas outras cidades estão cancelando as reservas ou suspendendo novos agendamentos por causa do fornecimento lento de vacinas da Pfizer.

Os grandes centros de vacinação, no entanto, que utilizam a vacina da Moderna, estão mantendo os agendamentos.

A província de Aichi recebeu apenas 49% das doses prometidas pelo governo no período de duas semanas a partir de segunda-feira (5) e deve receber somente 26% da quantidade prevista para duas semanas a partir de 19 de julho.

Apenas as pessoas que receberam o cupom de vacinação podem fazer reserva. Algumas cidades já começaram a imunizar pessoas entre 16 e 64 anos.

Até domingo (4), o Japão vacinou 24,87% de sua população com ao menos uma dose da vacina contra Covid-19 e 13,77% com duas doses, segundo a emissora NHK.
Fonte: Alternativa

sábado, 29 de maio de 2021

Suga diz que próximas 3 semanas serão fundamentais para combater coronavírus

Estado de emergência em 9 províncias foi estendido até 20 de junho

Estado de emergência
O primeiro-ministro do Japão, Yoshihide Suga, disse na sexta-feira (28) que as próximas três semanas serão fundamentais para acelerar as vacinações e impedir a propagação do coronavírus, ao estender o estado de emergência em nove províncias até 20 de junho, uma vez que a pandemia não dá sinais de perder força a menos de dois meses do início da Olimpíada no país.

O estado de emergência em Tóquio, Osaka, Aichi e outras províncias estava programado para terminar em 31 de maio, mas o sistema médico continua sofrendo pressão com boa parte dos leitos hospitalares ocupados.

O Japão registrou um número recorde de pacientes de Covid-19 em estado crítico nos últimos dias, apesar de a quantidade de novas infecções terem desacelerado.

“Em Osaka e Tóquio, o movimento de pessoas está começando a subir, e há temores de que as infecções aumentarão”, disse o ministro da Economia, Yasutoshi Nishimura, também a cargo das contramedidas de coronavírus do país, no começo de uma reunião com especialistas.

Mais tarde, os especialistas aprovaram a proposta do governo, e o primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, anunciou oficialmente a extensão do estado de emergência.

Preocupações com variantes do novo coronavírus e uma campanha de vacinação lenta provocam clamores urgentes de médicos, alguns executivos proeminentes e centenas de milhares de cidadãos pelo cancelamento dos Jogos Olímpicos, programados para começar no dia 23 de julho.

Autoridades japonesas, organizadores da Olimpíada e o Comitê Olímpico Internacional (COI) dizem que os Jogos acontecerão sob medidas rígidas de prevenção do vírus.

John Coates, autoridade graduada do COI que supervisiona os preparativos dos Jogos de Tóquio, disse na semana passada que a Olimpíada ocorrerá mesmo que a cidade-sede esteja sob estado de emergência.

Seiko Hashimoto, presidente do Comitê Organizador da Olimpíada, disse em uma coletiva de imprensa que recebeu promessas da Índia --hoje combatendo uma segunda onda mortal de Covid-19-- e de cinco outros países de vacinar todos aqueles que serão enviados aos Jogos Olímpicos como medida contra uma nova variante indiana.

O presidente do COI, Thomas Bach, disse que 80% dos 10.500 atletas esperados no Japão serão vacinados, e na quinta-feira pediu aos olimpianos que se imunizem se puderem. Todos também precisam ser testados antes e depois da chegada.

Contrastando com ações rigorosas de muitos países, as medidas emergenciais mais recentes do Japão se concentram essencialmente em pedir o fechamento de bares, restaurantes e outros estabelecimentos que servem bebidas alcoólicas. Os que não servem podem funcionar até as 20h.

Estado de emergência (kinkyuu jitai sengen / 緊急事態宣言)
- Tóquio, Osaka, Hyogo, Quioto, Aichi, Fukuoka, Hokkaido, Okayama e Hiroshima (prorrogação até 20 de junho)

- A província de Okinawa teve estado de emergência declarado em 23 de maio até 20 de junho

As autoridades locais podem solicitar o fechamento de bares e restaurantes que servem bebidas alcoólicas e de estabelecimentos considerados não essenciais.

Medidas especiais "quase emergência" (man-en boushi-tou juuten sochi / まん延防止等重点措置)
- Kanagawa, Chiba, Saitama, Gifu e Mie (prorrogação até 20 de junho)
- Gunma, Kumamoto e Ishikawa (até 13 de junho)

As autoridades locais podem solicitar a redução do horário de funcionamento de bares, restaurantes e outros estabelecimentos.
Fonte: Alternativa com Reuters

quinta-feira, 11 de março de 2021

Japão investe em indústria nacional de vacinas

A indústria de vacinas japonesa havia retirado investimento no desenvolvimento devido ao declínio populacional

vacinas
O governo japonês investirá cerca de $1,5 bilhão para dar suporte ao desenvolvimento local de vacinas, soube o Nikkei, visto que ele luta contra incertezas de depender de imunizações importadas.

Como parte do programa, o Japão fará parceria com outras nações asiáticas para criar uma rede internacional de pesquisa e ensaio clínico a fim de promover desenvolvimento rápido. O governo também assumirá parte do custo para farmacêuticas domésticas e instituições de pesquisa que desenvolvem vacinas.

A iniciativa será financiada pelos 160 bilhões de ienes ($1,47 bilhão) separados no terceiro orçamento suplementar para o atual ano fiscal aprovado em janeiro.

O plano é despachar especialistas a economias asiáticas emergentes, como as do sudeste asiático, que vivenciam crescimento populacional.

Lá, eles ajudarão a estabelecer a base para dar suporte à pesquisa clínica. Isso envolveria treinamento de profissionais da saúde e trazer equipamento como dispositivos de diagnóstico e freezers.

Estabelecer um ecossistema internacional para pesquisa conjunta de vacinas tem o potencial de reduzir o período de tempo de desenvolvimento.

Testes de vacina exigem um amplo mercado, o que pode levar a canais de vendas posteriormente. A infraestrutura servirá como ponto de partida para acelerar o desenvolvimento de vacinas contra futuras doenças.

O Japão já foi considerado uma nação avançada quando se fala em vacinas. Contudo, o investimento diminuiu devido ao declínio populacional e tempo que levava desde pesquisa e desenvolvimento à aplicação comercial.
Fonte: Portal Mie com Asia Nikkei

segunda-feira, 1 de março de 2021

Japão recebe mais de 520 mil doses de vacinas da Pfizer contra a Covid-19

Até o fim de março o Japão terá recebido cerca de 2,66 milhões de doses

vacinas da Pfizer
A terceira remessa de vacinas da fabricante Pfizer Inc. chegou ao Japão na manhã desta segunda-feira (1) no aeroporto de Narita. 

A aeronave da All Nippon Airways trouxe 526.500 doses do imunizante, segundo a NHK.  

Cada frasco da vacina da Pfizer dá para seis doses. 

Como os anteriores, o voo partiu da Bélgica, onde a vacina é fabricada. 

Com este voo, o Japão chega a cerca de 1,36 milhão doses, suficientes para imunizar perto de 680 mil pessoas. 

A Pfizer continuará enviando os lotes de vacina um após outro a partir da próxima semana.

O governo diz que até o fim de março o Japão terá recebido cerca de 2,66 milhões de doses.

No domingo (28), o ministro responsável pela vacinação no Japão, Taro Kono, disse em um programa de TV que o país começaria a receber mais doses do imunizante contra a Covid-19. 
Fonte: Alternativa

sábado, 23 de janeiro de 2021

COI planeja vacinar todos os atletas olímpicos para salvar Jogos de Tóquio, diz jornal

O Japão se manteve firme em seu compromisso de realizar o evento

Jogos de Tóquio
O Comitê Olímpico Internacional (COI) está trabalhando com a Organização Mundial da Saúde para vacinar todos os atletas em uma tentativa de salvar os Jogos de Tóquio, informou o jornal The Telegraph na sexta-feira (22).

A aplicação rápida de vacinas contra Covid-19 em competidores onde os programas nacionais ainda não começaram é a prioridade no plano do Comitê Olímpico, segundo a reportagem.

O Japão se manteve firme, na sexta-feira, em seu compromisso de realizar a Olimpíada de Tóquio neste ano e negou uma reportagem sobre um possível cancelamento, mas não parece provável que a promessa tranquilizará a preocupação do público com a realização do evento durante uma pandemia.

Apesar do estado de emergência em Tóquio e outras 10 províncias devido a uma terceira onda de infecções de Covid-19, os organizadores da Olimpíada prometeram levar adiante os Jogos, que foram adiados em um ano por causa do coronavírus e devem começar no dia 23 de julho.

Um porta-voz do governo japonês disse que "não há verdade" em uma reportagem do jornal britânico The Times segundo a qual o Japão concluiu nos bastidores que os Jogos teriam que ser cancelados.

O The Times, que citou um membro graduado não identificado da coalizão governista do Japão, disse que agora o foco do governo está em garantir o evento para Tóquio no próximo ano disponível, que é 2032.

"Negamos claramente esta reportagem", disse o vice-secretário-chefe de gabinete, Manabu Sakai, em uma coletiva de imprensa. Mais tarde, o chefe do Comitê Olímpico do Japão, Yasuhiro Yamashita, disse à Reuters que a reportagem é falsa e "fabricada".

A governadora de Tóquio, Yuriko Koike, disse que não se falou em cancelar ou adiar a Olimpíada e que se deveria registrar um protesto contra a reportagem do The Times.

O comitê organizador dos Jogos também negou a notícia, dizendo em um comunicado que seus parceiros, incluindo o governo e o Comitê Olímpico Internacional (COI), estão "totalmente concentrados" na realização do evento tal como programado.

"É muito decepcionante ver que o The Times está trabalhando uma matéria tão ao estilo de um tabloide com uma fonte indigna de confiança", disse uma fonte do comitê organizador à Reuters.

"O governo nacional está totalmente comprometido a realizar Jogos seguros e protegidos, e sempre ficamos estimulados com suas dedicações", disse a fonte.

O Japão foi atingido menos duramente pela pandemia do que muitas outras economias avançadas, mas uma disparada recente de casos obrigou o país a fechar as fronteiras a estrangeiros não-residentes e a declarar um estado de emergência em Tóquio, Kanagawa, Saitama, Chiba, Aichi, Gifu, Osaka, Hyogo, Quioto, Tochigi e Fukuoka.
Fonte: Alternativa com Reuters

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Tóquio vai pedir que bares e restaurantes fechem às 22h por três semanas

A capital japonesa viu novas infecções por coronavírus passarem de 500 por vários dias seguidos

Tóquio

O governo metropolitano de Tóquio vai pedir aos bares e restaurantes que operem em horários reduzidos, a mais recente restrição a ser implementada no Japão após aumentos acentuados nas infecções por Covid-19, informou a mídia nesta quarta-feira (25).

A capital japonesa viu novas infecções passarem de 500 por vários dias seguidos e o número de internações de pacientes em estado grave chegou a 51 na terça-feira, o maior desde que o estado de emergência foi suspenso em maio.

A cidade de 14 milhões de habitantes pedirá que restaurantes e bares fechem às 22h a partir do próximo sábado até 18 de dezembro, informou a emissora TBS.

A medida também vale para karaokês e todos os estabelecimentos que servem bebidas alcoólicas.

Um comitê do governo de Tóquio se reunirá nesta quarta-feira para discutir medidas contra o coronavírus, e a governadora de Tóquio, Yuriko Koike, deve realizar uma coletiva de imprensa em seguida, acrescentou a TBS.

Separadamente, um painel de especialistas assessorando o governo nacional também deve se reunir nesta quarta-feira.

O Japão suspendeu na terça-feira sua campanha de promoção de viagens “Go To Travel” nas cidades de Sapporo e Osaka.

O programa, que oferece descontos em viagens e hospedagens e faz parte dos esforços do primeiro-ministro Yoshihide Suga para ajudar a impulsionar as economias regionais, foi criticado por potencialmente espalhar o vírus das grandes cidades para o interior.

O governo de Tóquio também analisará a suspensão de uma campanha separada chamada Go To Eat, que oferece subsídios para comer em restaurantes, disse a TBS.

O governo de Osaka pediu na terça-feira a redução do horário de funcionamento de bares e restaurantes em duas áreas movimentadas na capital da província, depois de um recorde de quase 500 casos de coronavírus em um dia na semana passada.

O pedido para que os estabelecimentos de Osaka fechem às 21h valerá de 27 de novembro a 11 de dezembro.
Fonte: Alternativa com Reuters 

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Suga quer combate ao vírus e economia ativa em vez de novo estado de emergência

 Oposicionistas acusam a promoção do turismo interno como causador do aumento nos casos de Covid-19

primeiro-ministro Yoshihide Suga
O primeiro-ministro Yoshihide Suga informou que manterá a campanha governamental "Go To Travel" para apoiar o turismo doméstico, apesar dos apelos para que seja declarado um novo estado de emergência em meio ao aumento nos casos de Covid-19 no Japão.

A mudança ocorreu quando o número de novos casos totalizou 1.704, superando o recorde anterior de 1.660 marcado um dia antes, de acordo com uma contagem do Kyodo News baseada em dados oficiais, com especialistas em saúde alertando sobre uma possível "terceira onda" de infecções, segundo a Kyodo News. 

Embora reconhecendo os "sinais claros de uma tendência ascendente" nos casos de coronavírus, particularmente nas províncias de Tóquio, Osaka e Aichi, bem como em Hokkaido, Suga pediu ao público que tome "medidas preventivas básicas" para deter a disseminação de infecções.

O governo está trabalhando com os municípios para realizar testes em grande escala e enviar pessoal médico para regiões que estão enfrentando surtos, disse ele.

O primeiro-ministro também instruiu os membros de seu gabinete a lidar com a situação com "a máxima vigilância".

Para lidar com a crescente preocupação com o ressurgimento de infecções, o governo disse que está considerando a criação de um novo cargo no Secretariado do Gabinete com autoridade reforçada para zelar pelas medidas antivírus do país.

Críticas
Os partidos de oposição criticaram a resposta do governo à pandemia, dizendo que o atual aumento nas infecções é resultado das medidas do governo para promover o turismo doméstico, um setor duramente atingido pela propagação do vírus.

Kazuya Shimba, secretário-geral do Partido Democrático para o Povo, instou o governo a rever a iniciativa de promoção de viagens.

Citando o aumento de casos em Hokkaido, um destino turístico popular no norte do Japão, Shimba disse que o desenvolvimento era "claramente atribuível à campanha".

“Existe a possibilidade de que a movimentação (de pessoas) acelere no final do ano e no período do Ano Novo. Devemos buscar orientação de especialistas”, disse.

Tomoko Tamura, chefe de política do Partido Comunista Japonês, disse que o governo deveria encerrar a campanha de promoção em todo o país.

"Se as infecções se expandirem ainda mais, será um golpe severo para a indústria do turismo", disse Tamura.

No domingo (15), o país atingiu 119.420 casos de infecção e um total de 1908 óbitos. 

As províncias que registraram casos acima de 200 foram Tóquio, com 255 novas infecções, totalizando 34.751 casos; seguida por Osaka, com 266 casos, totalizando 15.421 registros; e Hokkaido, com 209 e um total de 5.494 infectados, segundo a NHK. 

O governo declarou estado de emergência em algumas partes do país no início de abril e depois o expandiu para todo o território, conclamando o público a permanecer em casa e pedindo o fechamento temporário de algumas empresas, em um golpe para a economia.

Suga indicou que deseja encontrar um equilíbrio entre conter a disseminação do COVID-19 e manter as atividades sociais e empresariais.
Fonte: Alternativa

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Japão considera reabertura de aeroportos para passageiros de 4 países

O governo está em negociação com estas nações quanto aos procedimentos a serem feitos
entrada de visitantes

O governo japonês está considerando facilitar a entrada de visitantes da Tailândia, Vietnã, Austrália e Nova Zelândia, disse uma fonte do governo.

As infecções diminuíram nesses países, que têm fortes laços comerciais com o Japão, publicou a Kyodo News. 

A suspensão da proibição para visitantes de negócios está sendo vista como um primeiro passo e Tóquio negociará condições com as quatro nações, segundo a fonte.

O Japão impôs a proibição de entrada no país de 111 nações e regiões, incluindo os Estados Unidos, a maior parte da Ásia e toda a Europa. As proibições estão em vigor até o final de junho.

A primeira flexibilização pode ocorrer ainda neste verão, após o governo elaborar detalhes e fazer acordos com os quatro países.

O Japão está considerando permitir a entrada de estrangeiros de países que apresentem atestado indicando que o teste para Covid-19 deu negativo, segundo a fonte.

Vietnã, Austrália e Nova Zelândia estão entre os 11 membros de um pacto de livre comércio revisado da Parceria Transpacífica do qual o Japão também faz parte.

A Tailândia, que deseja aderir à estrutura multilateral, abriga muitas empresas japonesas, incluindo montadoras.

O secretário-chefe do gabinete, Yoshihide Suga, disse que, embora o Japão permaneça vigilante contra a disseminação global do coronavírus, também é importante começar a pensar em como retomar as viagens internacionais.

"Em termos de como podemos retomar as viagens internacionais parcialmente ou em etapas, precisamos considerar cuidadosamente quais países e quem poderá entrar e os procedimentos necessários", disse Suga.

"O governo fará um julgamento abrangente no momento apropriado", disse o principal porta-voz do governo.

O Japão e o Vietnã concordaram em realizar consultas sobre a possível retomada das viagens entre os dois países, mantendo as medidas necessárias contra o novo coronavírus, segundo o Ministério das Relações Exteriores do Japão.

O acordo foi firmado durante uma conversa telefônica entre o ministro das Relações Exteriores do Japão, Toshimitsu Motegi, e o vice-primeiro ministro do Vietnã e o ministro das Relações Exteriores Pham Binh Minh.

O número de viajantes ao Japão caiu nos últimos meses em meio à pandemia global de coronavírus.

O fim do estado de emergência abriu caminho para uma reabertura gradual da economia, mas o primeiro-ministro Shinzo Abe disse que revisará cuidadosamente as proibições de viagens.
Fonte: Alternativa

segunda-feira, 18 de maio de 2020

China e Coreia do Sul consultam o Japão sobre retomar viagens de negócios

O governo japonês está cauteloso com a proposta e teme um segundo pico de infecções
viagens de negócios

China e Coreia do Sul consultaram o Japão sobre o relaxamento do controle nas fronteiras de viajantes a negócios para ajudar a reviver as atividades comerciais, informou o jornal Yomiuri no domingo, sem citar fontes.

A ideia, já implementada entre a Coreia do Sul e a China, permitiria uma entrada acelerada de empresários, se eles testarem negativo para o novo coronavírus antes da partida e após a chegada, disse o jornal, segundo relatou a Reuters.

Mas o Japão está cauteloso quanto a relaxar o controle de entrada e saída em seus aeroportos devido ao medo de outro pico de infecções, bem como à falta de kits de teste para os viajantes, segundo o relatório.

O Ministério das Relações Exteriores do Japão não respondeu imediatamente a um pedido por e-mail para comentar.

O primeiro-ministro Shinzo Abe suspendeu na quinta-feira passada o estado de emergência para 39 das 47 províncias japonesas, reduzindo a contenção de 54% da população.

A maior área de Tóquio, responsável por um terço da economia do país, e outras grandes cidades permanecem sob restrições.

O Japão registrou cerca de 16.300 casos do coronavírus, sem contar infecções em um navio de cruzeiro que foi colocado em quarentena no porto de Yokohama no início deste ano, e 748 mortes por Covid-19, a doença causada pelo vírus, segundo a emissora pública NHK.

Embora o Japão tenha evitado os tipos de surtos explosivos observados nos Estados Unidos e em outros lugares, seus testes também estão entre os mais baixos.
Fonte: Alternativa

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Webinar Internacional gratuito entre Brasil e Japão

Webinar internacional gratuito para empresários, empreendedores e estudantes que atuam no Brasil ou no Japão
Perspectivas e Tendências de Negócios em Tempos de Crise

A Católica EaD em parceria com o o BBG Ásia e a Novaster – Clínica empresarial realizará neste sábado, 9 de maio, às 9h30 (sexta-feira, 8 de maio, 21h30 no Brasil) o webinar internacional gratuito para empresários, empreendedores e estudantes que atuam no Brasil ou no Japão.

Os impactos da Covid-19 na vida das pessoas e no mundo dos negócios tem sido devastadores. As lições, os desafios e as oportunidades desta pandemia nos proporciona um grande aprendizado, abrindo novas perspectivas para um futuro mais humano e globalizado.

O evento também celebrará os 30 anos de comunidade brasileira no Japão. Em “cases de pequenos negócios brasileiros no Japão”, apresentaremos cinco histórias de empreendedores em tempo de pandemia.

Ao se inscrever no evento, você receberá um e-mail de confirmação com o seu ingresso digital e posteriormente, as instruções de acesso ao nosso webinar Internacional. Todos os inscritos poderão baixar gratuitamente o e-book Perspectivas Empreendedoras no Brasil e no Mundo.

Inscrições:
https://www.sympla.com.br/perspectivas-e-tendencias-de-negocios-em-tempos-de-crise__842044

Vamos ficar juntos, cada um na sua casa, aprendendo novas habilidades para o sucesso no mundo dos negócios!
Fonte: Portal Mie

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Honda produzirá máscaras do tipo escudo facial

A Honda planeja iniciar a produção no Japão até o fim de maio, incluindo em uma fábrica de Suzuka na província de Mie
Honda

A Honda Motor disse que a montadora japonesa produzirá máscaras do tipo escudo facial para fornecer a hospitais no combate ao novo coronavírus.

A montadora planeja iniciar a produção das máscaras no Japão, incluindo em uma fábrica de Suzuka (Mie), até o fim de maio. Ela começou a desenvolver um protótipo, usando uma impressora 3D.

A companhia também está oferecendo a autoridades em Tóquio, lugar com o maior número de infecções por Covid-19, cerca de 50 veículos para transporte até hospitais de pacientes com sintomas leves.

Nesses veículos, divisões foram instaladas entre o banco do motorista e o traseiro.
Fonte: Portal Mie com Jiji